LISTA B - MAIS ENGENHARIA
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PROGRAMA DA CANDIDATURA DA LISTA B
MAIS ENGENHARIA
Os tempos são sempre de mudança e de constante adaptação, o modelo de há 10 anos está largamente ultrapassado no contexto actual.
A facilidade de divulgação da informação, a automatização crescente das nossas tarefas, a situação financeira mundial que impõe outros desafios, a necessidade de pensar global e ao mesmo tempo regional, as novas ameaças, os novos materiais e a velocidade a que as mudanças se impõem, obrigam-nos a exigir uma profunda restruturação da nossa Ordem dos Engenheiros, que deverá ser mais eficaz e célere na sua adaptação às novas realidades e na defesa dos interesses de uma profissão que é ela por si a causadora e o resultado desta nova realidade.
Assim, de uma forma sucinta propomos como objectivos de uma maneira geral, simplificar, modernizar e implementar uma estratégia para o desenvolvimento da OE para os próximos anos, de forma a poder unir os colegas e a promover a Engenharia Portuguesa em Portugal e no Mundo, como real motor da evolução da nossa sociedade.
MAIS VALOR NA PROFISSÃO
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Promover a OE a uma ORDEM representativa de TODOS os Engenheiros
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Definir adequadamente do Acto de Engenharia e o âmbito da sua aplicação
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Rever e promover regras de admissão para TODOS os Engenheiros
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Promover junto dos legisladores a obrigatoriedade de TODOS os Actos de Engenharia obrigarem ter Engenheiros validados pela OE
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Promover a OE como a única Associação de Profissionais de Engenharia que certifique a qualidade do trabalho dos Engenheiros. Execução de verificações e auditorias estatísticas da conformidade dos Actos de Engenharia e assim promover uma emissão criteriosa e consciente dos Termos de Responsabilidade
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Criação de Prémios Anuais para os melhores Actos de Engenharia. Reunificação das diversas acções/prémios existentes e das várias entidades de forma a criar um Prémio significativo de forma a promover a Engenharia Portuguesa nas seguintes vertentes:
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Para Estudantes, nomeadamente sobre Inovações, Estudos realizados, etc (a promover com as Universidades)
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Na Investigação (por não estudantes) nas diversas áreas de Engenharia
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Prémios para Profissionais na área da Concepção nas diversas áreas de Engenharia
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Prémios para Profissionais na área da Produção nas diversas áreas de Engenharia
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Programa de promoção da prática da Engenharia no Feminino, com base num estudo a efectuar da percentagem de Engenheiras nos vários domínios e nos vários tipos de funções. Análise da eventual falta de igualdade de oportunidades, de salários e evolução profissional com a elaboração de programas para promover essas disparidades.
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Divulgação e Promoção da Profissão de Engenharia, de uma forma variada, com programas adaptados aos diversos públicos e faixas etárias da nossa sociedade civil e educativa. Criação de novos protocolos ou colocação em prática dos protocolos existentes, com o Ministério de Educação, IEFP, Escolas do ensino Básico e Secundário e Universidades, para a sensibilização e promoção da profissão de Engenharia.
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Criação de protocolos com as Associações Estudantis das Universidades de Engenharia, de forma a criar uma presença da OE junto dos estudantes através de:
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Espaço próprio dedicado à OE para acolher alguma bibliografia, revistas e documentação pertinente
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Presença organizada de responsáveis da OE para sessões de esclarecimentos e apoio aos estudantes da OE
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Promoção e divulgação das acções da OE como seminários, bolsas de estudo, programas de incentivo, prémios, etc
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MAIS ENGENHARIA
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Promover um debate alagado sobre a necessidade de uma ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A ENGENHARIA, incluindo as Associações Empresariais, Universidades, Ministérios da Educação e do Trabalho.
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Promoção de um debate sobre o Modelo de Bolonha no âmbito do reconhecimento da Formação de Engenharia
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Participação activa no reconhecimento das Licenciaturas de Engenharia, nomeadamente pela verificação da qualidade de formação e das disciplinas a incluir na licenciatura. Promoção de um “selo OE” nos cursos validados para evitar o termo “engenharia” em cursos não validados. Divulgação de Lista de Cursos Acreditados no Portal da OE.
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Definir valores de honorários mínimos para Actos de Engenharia, nomeadamente para Salários, Projectos, Consultorias. Responsabilidades de Obras, etc.
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Sensibilizar as entidades na sua generalizada do valor e credibilidade do Acto de Engenharia.
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Criação de um Fundo de Apoio, com fundos internos e outros a angariar junto de outras entidades patrocinadoras, para Bolsas de Estudo para estudantes de Engenharia com base no mérito e na possibilidade financeira dos candidatos.
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Valorizar a obrigatoriedade de execução de estágios para Recém Licenciados, nomeadamente com protocolos com o IEFP e com Associações Empresariais do País e da Europa.
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Promover o dever das empresas de engenharia estabelecidas em Portugal (nacionais ou estrangeiras) de suportarem estágios, como forma de garantirem a qualificação dos jovens engenheiros.
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Criação de protocolos de Estágios Remunerados/Participados no Estrangeiro em países mais avançados (1º Mundo) com a participação do AICEP, IEFP, Min. Negócios Estrangeiros, Erasmus e das entidades institucionais de outros países, de forma a garantir a defesa dos interesses de Portugal no investimento efectuado na formação dos nossos jovens engenheiros. Programas de 2 anos com um retorno financeiro/tecnológico a acordar com as empresas de acolhimento.
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Programa de NÃO DESQUALIFICAÇÃO para engenheiros com Experiencia (mais de 10 Anos).
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Criação de Protocolos de Acordo de Cooperação com países essencialmente em vias de desenvolvimento, para a incorporação de Engenheiros Portugueses em Entidades Estatais ou em programas estatais, como consultores ou operacionais, com apoio do AICEP, IEFP e os próprios países de acolhimento. Programas de duração mínima de 2 anos, para criação de uma Bolsa de Engenheiros Portugueses com experiencia nesses mercados e futuro aproveitamento para a internacionalização das empresas Portuguesas nesses países.
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Promover a criação de uma bolsa de oportunidades de trabalho que garantam a continuidade do contacto com a profissão, após de mais de 6 meses de desemprego. Um programa a desenvolver com o IEFP deverá estabelecer opções de emprego em regime de part time ou tempo completo por períodos limitados e com uma remuneração de acordo com a definição de honorários mínimos (ver 2a).
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Organização e promoção de uma Bolsa de Engenheiros com 10 a 30 anos de experiencia, com o eventual apoio do IEFP, para trabalhos pontuais ou por ínterim no apoio a colegas a trabalhar em pequenas e médias empresas, seja em termos de uma prestação de Actos de Engenharia ou de Consultoria, em regime de Baixo Custo ou de Voluntariado.
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Programa de REQUALIFICAÇÂO dos Engenheiros
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Criação de Protocolos com Universidades para a requalificação dos engenheiros excedentes em certas áreas e em falta noutras (Ex Civis em Mecânicos, Eletricidade ou informática). Análise a ser efectuada com a participação das Associações Empresariais, Industriais e Universidades, e regulamentadas por planos de estudo aprovados pela OE.
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Promover Programas de mobilidade entre as diversas Engenharias, tendo em consideração as diferentes necessidades de formação, de forma a criar maior flexibilidade e adaptação na oferta e procura no mercado do trabalho.
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Programa de MANUTENÇÂO dos Engenheiros REFORMADOS
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Manter-se activo é manter-se vivo. O crescimento do número de engenheiros reformados mas ainda válidos, tem criado um vazio em muitos profissionais ainda válidos e deixado mais pobre as competências criadas em muitas empresas. O facto de muitos desses colegas ainda pretenderem manter uma certa actividade dentro de outro enquadramento profissional mas sem haver a estruturação empresarial para os enquadrarem, faz com que muitos simplesmente abandonem de vez a profissão e assim se perda muitos anos de experiencias acumulados.
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Promover a criação de uma Bolsa de Engenheiros Reformados, que pretendam manter alguma actividade na profissão, num regime de custos reduzidos ou de voluntariado com despesas de funcionamento cobertas, disponíveis para colaborar a pedido de outros colegas, como consultores, gestores, etc, no desenvolvimento, reorganização, auditorias, controle, etc, em start ups, pequenas e médias empresas.
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Analisar com as entidades estatais competentes a possibilidade de reinserção de Engenheiros Reformados como prestadores de serviço nas entidades do estado de acordo com as necessidades existentes e a não disponibilidade de outros engenheiros prestarem esses serviços.
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Programa de START UPs de ENGENHARIA
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Agregar e divulgar o maior numero de informações de programas de START UPs disponíveis, incluindo a execução de protocolos com estas entidades de forma a promover a incorporação de engenheiros na criação de STAR UPs.
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Criação de um grupo de apoio no desenvolvimento das START UP a criar, com aconselhamento e encaminhamento sobre as várias opções disponíveis incluindo a eventual incorporação de engenheiros seniores ou desempregados em regime de voluntariado ou pro bono.
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Promover a disponibilidade e a colaboração de Centros de Investigação e Universidades, no apoio ao desenvolvimento da START UP
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Promover um prémio anual para a melhor START UP de Engenharia
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Programa apoio na utilização dos vários PROGRAMAS DE INCENTIVO
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Promover junto das empresas de Engenharia e dos Engenheiros a plena utilização dos programas Portugal 2020, Horizon 2020, PDR 2020, etc.
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Programa de incentivo à INSCRIÇÃO NA OE
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Reanalise da forma quotização aos diferentes tipos de sócios nomeadamente de Estudantes de Engenharia, Engenheiros Estagiários, Engenheiros Efectivos, Engenheiros Seniores, Engenheiros Especialistas, Engenheiros Reformados.
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Promoção de incentivos para a REGRESSO de Engenheiros que deixaram de estarem inscritos na OE
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MAIS RIGOR NA PRÁTICA DA ENGENHARIA
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Promover e divulgar os conceitos de Deontologia na prática da profissão da Engenharia, e sensibilizar os vários intervenientes para a aplicação real em todos os aspectos.
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Criar um procedimento para análise e controlo do correcto funcionamento dos profissionais de engenharia e denunciar situações ilegais ou condenáveis do ponto de vista deontológico. Promover cursos de ética e deontologia para colegas com mais de 10 anos de actividade.
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Criar procedimentos claros e transparentes sobre as condições de atribuição do grau de Especialista, com vista a eliminar avaliações subjectivas.
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Promover uma reorganização em coordenação com as Universidades na criação de Colégios e a sua integração com os Colégios actuais, tendo em conta a crescente diversificação dos domínios da Engenharia.
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Diligenciar o debate para regular e promover de uma forma clara o acesso das empresas às universidades e outros centros de investigação relacionados com a actividade de engenharia, possibilitando a sua acessibilidade equitativa e transparente a todas as empresas.
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Tendo em consideração que o ensino da Engenharia deve ser enriquecido com professores que tenham experiencia prática no mercado real, propomos promover mecanismos, procedimentos e leis para eliminar a promiscuidade entre colegas que vendem serviços no mercado empresarial com recursos das universidades ou centros de investigação, distorcendo as regras da correcta concorrência e da ética profissional.
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Promover um debate para a definição da necessidade de regimes de exclusividade em certas funções, de forma a evitar eventuais promiscuidades entre universidades, centros de investigação e empresas, pela partilha ilegal ou anti concorrencial de informações ou recursos.
MAIS INTERNACIONALIZAÇÃO
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Criar a possibilidade de obter todos os documentos de acreditação dos engenheiros nas principais línguas estrangeiras (Inglês, Francês e Espanhol)
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Efectivar e melhorar as condições dos protocolos de reconhecimento dos engenheiros portugueses nos principais países estrangeiros, nomeadamente nos maiores destinos de trabalho dos engenheiros portugueses (CPLP, América Latina, Magreb, etc).
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Criação de Protocolos de Acordo com as diversas Organizações Associativas Internacionais de Engenharia, para facilitar ou mesmo promover a inscrição dos membros da OE junto destas organizações de uma forma simples e com baixo custo. Promover a possibilidade de um novo tipo de quotização na OE que inclua o aspecto de extensão Internacional e que inclua já a inscrição em Associações Internacionais.
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Criação de Programas de Estágios para recém-licenciados e de cooperação para engenheiros com mais de 10 anos de experiencia, como já mencionado no artigo 2 do nosso programa.
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Criação de uma Base de Dados de informação pertinente para Internacionalização, para a prática de engenharia em países estrangeiros, com um grupo de apoio e esclarecimento aos engenheiros que pretendem ir trabalhar para esses países. Promover o apoio do AICEP e das Embaixadas Portuguesas em cada país na constituição dessa base de dados.
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Promover um programa para a ENGENHARIA da DIÁSPORA com a criação de uma rede de contactos de Engenheiros da Diáspora Portuguesa, nomeadamente para a partilha de conhecimentos, oportunidades de negócios e promoção dos Engenheiros Portugueses.
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Criação de uma Bolsa de Experiencia de engenheiros portugueses a trabalhar em cada país, para o enriquecimento da Base de Dados para Internacionalização, com testemunhos e experiencias reais dos colegas a trabalharem nesses países.
MAIS ORGANIZAÇÃO NA OE
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Melhoria do funcionamento da OE, nomeadamente das novas capacidades existentes actualmente em termos de tecnologias de informação, designadamente em sistemas ON LINE, na certificação digital, na simplificação e automação de procedimentos, maior transparência e registo das actividades da OE, execução de Conferencias e Seminários incluindo a transmissão ON LINE tipo Webinar, com opção de escolha da informação nos principais idiomas mundiais.
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Promover o desenvolvimento de procedimentos internos para a Certificação de Gestão da Qualidade ISO 9001
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Controle mais rigoroso sobre as despesas efectuadas na OE, com publicação RIGOROSA dos custos e receitas.
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Promover um debate sobre a REVISÃO dos ESTATUTOS da OE no sentido de a tornar mais actual e mais justa.
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Revisão do Organigrama da OE, nomeadamente sobre a necessidade de tornar a sua organização horizontal e mais eficaz.
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Revisão sobre a participação de quais Colégios deverão ter participação obrigatória na OE tendo em conta a evolução das diversas engenharias em números de formandos e participação na sociedade
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Revisão dos estatutos ELEITORAIS de forma a incentivar a participação de várias Listas e diversificar a oferta em termos de opções de programas. Entre outras:
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Permitir a votação aos Engenheiros Estagiários
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Retirada da restrição da idade mínima de 5 anos para funções na OE
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Revisão da função da Assembleia de Representantes e forma de admissão
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Renovar o Portal da OE por forma a facilitar o acesso dos engenheiros às actividades da OE nomeadamente na:
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Emissão de Termos de Responsabilidade ON LINE validadas por Certificado Digital, Vinheta Profissional e/ou consulta ON LINE da mesma
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Maior Divulgação da Bolsa de Oportunidades de Emprego, com criação de acordos específicos com empresas de recrutamento específico na engenharia.
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Bolsa de Engenheiros Reformados disponíveis em regime de Voluntariado
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Bolsa de Estágios
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Registo dos Engenheiros inscritos na OE com informação resumida do percurso profissional e a opção de incorporar o seu CV completo ON LINE, em Português e em outras línguas.
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Incorporar no Portal da OE as seguintes funcionalidades:
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Criação de uma Biblioteca de Engenharia Digital, no âmbito da reorganização e valorização da actual Biblioteca da OE, promovendo a participação de Universidades, Centros de Investigação, Fundações e outras entidades nacionais e estrangeiras com o mesmo objectivo.
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Promover um acesso ON LINE aos requisitos regulamentares exigidos em cada Acto de Engenharia, nomeadamente junto de Ministérios, Camara Municipais, Entidades Reguladoras, outras Entidades Nacionais e Estrangeiras.
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Bolsa de divulgação de Start Ups, com enfoque na necessidade e disponibilidade de recursos de engenharias e parcerias entre promotores, financiadores, parceiros, consultores, etc.
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Criação de um Fórum ON LINE para debate de questões técnicas e troca de ideias e experiencias entre os Engenheiros.
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Divulgação e acesso ON LINE à Revista INGENIUM em versão digital
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Reformulação do funcionamento em termos de documentos em papel, implementando uma solução de economia de papel e impressões.
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Envio da Revista INGENIUM em formato digital via email aos Engenheiros inscritos na OE, e envio em papel somente através de pedido expresso.
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Reorganização sobre a Regionalização versus Centralização. Necessidade de aumentar a proximidade com os engenheiros mas tendo em conta a economia de recursos financeiros que devem ser canalizado para acções mais eficazes.










